Você conversa com o Claude, vê o quadro do projeto e abre os arquivos da sua VPS numa tela só. No computador e no celular. Sem abrir terminal.
Prefere conversar? WhatsApp do Marco.
O Claude Code é a ferramenta mais forte que existe para construir com IA. Mas ele vive no terminal: uma janela de texto, numa máquina só, que fecha quando o notebook fecha.
Você não sabe o que o agente fez enquanto não estava olhando.
O que falta no projeto mora na mensagem de commit e na cabeça dele.
No celular, nada. O terminal não abre na fila do banco.
A oficina é uma camada por cima do Claude Code, que continua rodando na máquina. O que muda é onde você olha.
A conversa com o Claude Code, viva, no navegador. Ela dorme quando você sai e acorda de onde parou.
Cada projeto tem features, etapas, testes, achados e decisões. O agente escreve lá enquanto trabalha. Você lê o placar.
Spec, decisão, print e código abrem do próprio chat. Um clique no caminho, e o arquivo aparece ao lado.
O agente cita PA2.E.QFMT na conversa; você clica e o card abre. Conversa se perde. Card tem placar.
a fatia de trabalho, com a spec ligada
o plano da fatia, com dono e estado
o critério de aceite: robô, ou a fila de quem testa na mão
o que quebrou, com os passos e a tela
o porquê, com o que foi descartado
Contagem dos 70 projetos da bancada do Marco em 05/09/2026.
O Marco não é programador. Ele decide e opera. A tela foi desenhada para isso, e cada regra abaixo custou uma decisão registrada.
A oficina foi construída dentro da própria oficina. O primeiro commit é de 27/08/2026; os números são de 05/09/2026.
Como foi contado: git log, ls specs e uma consulta por tabela no banco. A memória de cálculo está em docs/marca.md deste projeto.
Ainda não. Hoje ela roda na VPS do Marco. A próxima etapa é abrir para outras máquinas — deixe o e-mail na lista de espera e você recebe uma mensagem quando isso acontecer, e só essa.
Uma VPS, ou qualquer máquina Linux que fique ligada, com o Claude Code instalado e uma conta da Anthropic. A oficina é a tela por cima disso; ela não substitui nenhum dos dois.
Não, para usar. Quem escreve o código é o agente. Você decide, lê o quadro e testa na tela. O Marco não é programador, e é ele quem opera 70 projetos por ela.
Sim. É onde ela mais é usada. Cada tela passa por um robô em 412 px antes de entrar, e a conversa continua de onde parou quando você troca de aparelho.
A ferramenta da Anthropic que deixa o modelo Claude trabalhar numa máquina de verdade: ler arquivos, rodar comandos, escrever e testar código. A oficina é a tela por cima dele.
Pelo botão Entrar, no topo e no rodapé desta página. A oficina responde só para quem está na rede dela.
Deixe o e-mail. Você recebe uma mensagem quando ela abrir para outras máquinas — e só essa.